Consumo alimentare e nutrizionale degli scolar

  • Joyce Oliveira Ramos Universidade do Vale do Sapucai, Brasil

Abstract

Introduzione: A causa della difficoltà di trattare l'obesità nella vita adulta, la sua prevenzione dovrebbe iniziare nell'infanzia, gli scolari rappresentano un gruppo vulnerabile, poiché la fase è di rapida crescita e hanno ancora immaturità fisiologica. La crescente tendenza all'obesità infantile è dovuta all'assunzione di cibi ricchi di energia e alla ridotta attività fisica. Obiettivo: associare il consumo di cibo e lo stato nutrizionale degli scolari. Materiali e metodi: È stato condotto uno studio trasversale descrittivo, con un approccio quantitativo e utilizzato come campione bambini di età compresa tra gli 8 e i 10 anni, femmine e maschi, iscritti alla scuola pubblica Vicentina de Aguiar Brandão, situata nel comune di Ipuiuna , Minas Gerais. Il consumo di cibo dei bambini è stato studiato utilizzando un FFQ (Food Frequency Questionnaire). Risultati: è stato riscontrato che in relazione allo stato nutrizionale dei bambini, il 17,39% era eutrofico, il 73,91% era sottopeso e l'8,69% era sovrappeso, contrariamente a studi simili che indicano una media più alta di bambini in sovrappeso nella stessa fascia di età, che incoraggia la necessità di adottare pratiche nutrizionali più appropriate a casa e nell'ambiente scolastico. Discussione: Il tasso di bambini in sovrappeso e obesi è elevato, quindi è necessario adottare politiche nutrizionali più rigorose per quanto riguarda il cibo ricevuto a scuola ea casa da questi studenti. Conclusione: Il presente studio evidenzia che la maggior parte dei bambini sottoposti all'analisi e al colloquio sono sottopeso, ma non si può escludere che, anche con un indice basso, vi sia ancora una percentuale di scolari in sovrappeso. Pertanto, è necessario che il comune adotti politiche di controllo dell'obesità e misure contro la malnutrizione.

Riferimenti bibliografici

BERNARDO, Carla de O. et al. Fatores associados ao estado nutricional de escolares de 7 10 anos: aspectos sociodemográficos, de consumo alimentar e estado nutricional dos pais. Revista Brasileira de Epidemiologia, v. 15, p. 651-661, 2012. Disponível em: https://www.scielosp.org/article/rbepid/2012.v15n3/651-661/

BRASIL Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. Obesidade. CADERNOS DE ATENÇÃO BÁSICA. Brasília: Ministério da Saúde, 2006. p.110. Disponível em: http://189.28.128.100/dab/docs/portaldab/publicacoes/caderno_38.pdf

______. Atenção Básica. Política Nacional de Alimentação e Nutrição (PNAN). 1ª ed. Brasília: Ministério da Saúde, 2013. p. 15-18. Disponível em: http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/politica_nacional_alimentacao_nutricao.pdf

______. Ministério da Saúde. Saúde da criança: acompanhamento do crescimento e desenvolvimento infantil. Secretaria de Políticas de Saúde. Departamento de Atenção Básica. Brasília: Ministério da Saúde, 2002. p.110. Disponível em: https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/crescimento_desenvolvimento.pdf

CASTRO, A. S e; MORGAN, Cristina Marcondes. Obesidade na infância. In: CLAUDINO, Angélica de Medeiros; ZANELLA, Maria Teresa. Guias de transtornos alimentares e obesidade. Barueri, SP: Manole, 2005. p. 297.

CAVALCANTE AA, Tinôco AL, Cotta RM, Ribeiro RC, Pereira CA, Franceschini SC. Foodconsumptionandnutritional profile ofchildrenseen in publichealthservicesofVic¸osa, Minas Gerais, Brazil. Rev Nutr. 2006;19:321---30. Disponível em: https://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1415-52732006000300003

CECCATTO, D., SPINELLI, R. B., ZANARDO, V. P. S., RIBEIRO, L. A., & ERECHIM, U. R. I. (2018). A influência da mídia no consumo alimentar infantil: uma revisão da literatura. CONSELHO EDITORIAL, 140.

Engstrom EM, Anjos LA. Déficit estatura nas crianças brasileiras: relação com condições sócio-ambientais e estado nutricional materno. Cad Saude Publica 1999;15(3):559-567. Disponível em: https://www.scielosp.org/article/csp/1999.v15n3/559-567/pt/

FARIA, Poliana Eliza Eustáquio et al. Consumo alimentar e estado nutricional de escolares. 2017.ALMEIDA, Isabel Oliveira; NAVARRO, Francisco. Caracterização do estado nutricional, atividade física e alimentação de escolares entre 9 e 10 anos da rede pública de ensino de Coimbra-MG. RBNE-Revista Brasileira de Nutrição Esportiva, v. 11, n. 63, p. 327-338, 2017.

JUNIOR; ZANELLA, Maria Tereza. Atividade física no tratamento de obesidade. In: CLAUDINO, Angélica de Medeiros; ZANELLA, Maria Teresa. Guias de transtornos alimentares e obesidade. Barueri, SP: Manole, 2005. p. 253-254.

LAMOUNIER, Joel Alves; LAMOUNIER, Fernando Becker; WEFFORT, Virgínia Resende Silva. Aspectos gerais da obesidade na infância e na adolescência. In: WEFFORT, Virgínia Resende Silva; LAMOUNIER, Joel Alves (coords). Nutrição em pediatria: da neonatologia à adolescência. Barueri, SP: Manole, 2009. p.331-346.

Monego E, Jardim PCBV. Determinantes de risco para doenças cardiovasculares em escolares. Arq Bras Cardiol 2006;87(1):37-45. Disponível em: https://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0066782X2006001400006&script=sci_arttext&tlng=pt

PEDRAZA, Dixis Figueroa et al. Estado nutricional e hábitos alimentares de escolares de Campina Grande, Paraíba, Brasil. Ciência & saúde coletiva, v. 22, p. 469-477, 2017. Disponível em: https://www.scielosp.org/article/csc/2017.v22n2/469-477/pt/

ROSA, Carolina da. Comer, comer... é o melhor para poder crescer: um estudo dos fatores que influenciam no consumo alimentar infantil. 2020.

SALOMONS, Eline; RECH, Cassiano Ricardo; LOCH, Mathias Roberto. Estado nutricional de escolares de seis a dez anos de idade da rede municipal de ensino de Arapoti, Paraná. Rev Bras Cineantropom Desempenho Hum, v. 9, n. 3, p. 244-9, 2007.

SILVEIRA, M. G. G. Prevenção da obesidade e de doenças do adulto na infância. Vozes, Rio de Janeiro, 2015. Disponível em: https://books.google.com.br/books?hl=pt-BR&lr=&id=y9g1DwAAQBAJ&oi=fnd&pg=PT5&dq=SILVEIRA,+M.+G.+G.+Preven%C3%A7%C3%A3o+da+obesidade+e+de+doen%C3%A7as+do+adulto+na+inf%C3%A2ncia.+Vozes,+Rio+de+Janeiro,+2015.+&ots=OgSQ_RNmYq&sig=swvsBAsUCYeq636q_GPW9Hcq5yA#v=onepage&q&f=false

SOAR, C., GABRIEL, C. G., NEVES, J. D., BRICARELLO, L. P., MACHADO, M. L., & VASCONCELOS, F. D. A. G. D. (2020). Fatores associados ao consumo de frutas e de vegetais por escolares: uma análise comparativa entre 2007 e 2012. Revista de Nutrição, 33.

TRAEBERT, J. et al. Transição alimentar: problema comum à obesidade e à cárie dentária. Rev. Nutr., Campinas, v. 2, p. 247-53, 2004. Disponível em: https://agris.fao.org/agris-search/search.do?recordID=XS2004W00211

ZANELLA, Maria Teresa (ed). Guias de transtornos alimentares e obesidade. Barueri, SP: Manole, 2005. p. 235.

WORLD HEALTH ORGANIZATION et al. El estado físico: uso e interpretación de la antropometria: informe de un Comité de Expertos de la OMS. 1995.Disponível em: https://apps.who.int/iris/bitstream/handle/10665/42132/WHO_TRS_854_spa.pdf
Pubblicato
2022-02-07
Come citare
Oliveira Ramos, J. (2022). Consumo alimentare e nutrizionale degli scolar. Giornale Brasiliano Di obesità, Nutrizione E Perdita Di Peso, 14(91), 1397-1403. Recuperato da https://www.rbone.com.br/index.php/rbone/article/view/1580
Sezione
Articoli Scientifici - Original