Asociación del patrón dietético con el estado nutricional de los adolescentes
Resumen
Introducción: Los adolescentes son el grupo que presenta mayor insuficiencia en relación al perfil dietético, el cual se caracteriza por el consumo excesivo de refrescos, azúcares y comida rápida y el uso de dietas monótonas o modas alimenticias y no desayunar, proporcionando así una pronóstico para el aumento del exceso de peso y enfermedades crónicas no transmisibles. Objetivo: Asociar el perfil dietético con el estado nutricional de adolescentes de una escuela estatal. Materiales y métodos: Se trata de un estudio descriptivo de corte transversal, en el que se evaluó el perfil dietético y el estado nutricional de 32 adolescentes de ambos sexos de nivel medio superior, con edades entre 15 y 18 años y la talla, mediante el Índice de Masa Corporal (IMC) como parámetro, y se aplicó un cuestionario para observar la frecuencia de alimentación. Resultados: La población evaluada el 78,12% fue de sexo femenino, en relación al estado nutricional un alto porcentaje de adolescentes se encontraban eutróficos (90,62%), aunque la prevalencia de sobrepeso es baja, existe un inadecuado consumo de alimentos. Discusión: Los hábitos alimentarios inadecuados en la adolescencia constituyen un factor de riesgo relevante para la obesidad y otras enfermedades crónicas no transmisibles en la vida adulta, por lo que es importante fomentar la promoción previa de hábitos saludables para esta población. Conclusión: Los adolescentes tenían datos antropométricos adecuados, pero el consumo de alimentos está lejos de ser adecuado, con alto consumo de azúcares y grasas.
Citas
-Alberga, A.S.; Sigal, R.J.; Goldfield, G.; Prud’homme, D.; Kenny, G.P. Overweight and obese teenagers: why is adolescence a critical period? Pediatric Obesity, Hoboken: Wiley; London: International Association for the Study of Obesity. Vol. 7. Num. 4. Aug. 2012. p. 261-273.
-Almeida, A.S.; Campos, A.B.; Silva, A.K.L.; Stafford, A.S.; Borges, Y.M.A.; Taki, M.S.; Bodnar, J.C.F.A. Perfil nutricional e consumo da merenda em escolares do ensino médio do município de Várzea Grande. IV Mostra de Trabalhos do Curso de Nutrição do Univag. Várzea Grande-MT. Vol. 4. 2018.
-Araújo, W.M.C.; Montebello, N.P.; Botelho, R.B.A.; Borgo, L.A. Alquimia dos alimentos. 2. ed. Brasília-DF. Senac. 2011.
-Barbosa, K.B.F.; Franceschini, S.C.C.; Priore, S.E. Influência do Estágio de Maturação Sexual no Estado Nutricional, Antropometria e Composição Corporal de Adolescentes. Revista Brasileira Saúde Materno Infantil. Recife. Vol. 6. Num. 4. 2006. p. 375-382.
-Barbosa, R.M.S.; Croccia, C.; Carvalho, C.G.N.; Franco, V.C.; Costa, R.S; Soares, E.A. Consumo alimentar de crianças com base 4 na pirâmide alimentar brasileira infantil. Rev. Nutr. Vol. 18. Num. 5. 2005. p. 633-641.
-Bortolini, G.A.; Gubert, M.B.; Santos, L.M.P. Consumo alimentar entre crianças brasileiras com idade de 6 a 59 meses. Cad. Saúde Pública. Rio de Janeiro. Vol. 28. Num. 9. 2012. p. 1759-1771.
-Brasil. Ministério da Saúde. Guia alimentar para a população brasileira. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. 2. ed. Brasília. 2014.
-Brasil. Ministério da Saúde. Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar 2012. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE. Rio de Janeiro. 2013.
-Ministério da Saúde. Orientações para avaliação de marcadores de consumo alimentar na Atenção Básica. Brasília. 2015.
-Estima, C.C.P.; Philippi, S.T; Araki, E.L.; Leal, G.V.S.; Martinez, M.F.; Alvarenga, M.S. Consumo de bebidas e refrigerantes por adolescentes de uma escola pública. Revista Paulista de Pediatria. Vol. 29. Num. 1. 2011.
-Ford, C.N.; Slining, M.; Popkin, B.M. Tendências na ingestão alimentar entre crianças de 2 a 6 anos de idade. J Acad Nutr Diet. Num. 113. 2013. p. 35-42.
-Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Pesquisa de Orçamentos Familiares: 2017- 2018: análise do consumo alimentar pessoal no Brasil / IBGE, Coordenação de Trabalho e Rendimento. IBGE. Rio de Janeiro. 2020.
-Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Pesquisa de Orçamentos Familiares 2017- 2018: primeiros resultados. IBGE. Rio de Janeiro. 2019.
-Jaime, P.C.; Figueiredo, I.C.R.; Moura, E.C.; Malta, D.C. Fatores associados ao consumo de frutas e hortaliças no Brasil. 2006. Rev Saúde Pública. Vol. 43. Supl. 2. p. 57-64. 2009.
-Madruga, S.W.; Araújo, C.L.P.; Bertoldi, A.D.; Neutzling, M.B. Manutenção dos padrões alimentares da infância à adolescência. Revista de Saúde Pública. Vol. 46. Num. 2. Abr. 2012. p. 376-386.
-Marlatt, K.L.; Farbakhsh, K.; Dengel, D.R.; Lytle, L.A. Breakfast and fast food consumption are associated with selected biomarkers in adolescents. Preventive Medicine Reports 3. 2016. p. 49-52.
-Messias, C.M.B.O.; Mendes, M.L.M.; Santos, C.N.; Silva, E.I.G.; Martim, W.C. Consumo de frutas, legumes e verduras por adolescentes de uma escola pública de Petrolina-Pernambuco. Adolesc. Saude. Vol. 13. Num. 4. 2016. p. 81-88.
-Mondini, L.; Monteiro, C. A. Mudanças no padrão de alimentação da população. Revista de Saúde Pública. Vol. 28. Num. 6. 1994. p. 433-439.
-Motta, F.D.D.S. Fatores de risco cardiovascular em adolescentes cadastrados em Unidades da Estratégia Saúde da Família. Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto. Dissertação de Mestrado em Saúde na Comunidade. Universidade de São Paulo. Ribeirão Preto. São Paulo. 2019.
-Muniz, L.C.; Zanini, R.V.; Schneider, B.C.; Tassitano, R.M.; Feitosa, W.M.N.; González-Chica, D.A. Prevalência e fatores associados ao consumo de frutas, legumes e verduras entre adolescentes de escolas públicas de Caruaru-PE. Ciênc. Saúde Coletiva. Rio de Janeiro. Vol.18. Num. 2. Fev. 2013. p. 393-404.
-Negrão, L.D.; Aguiar, A.D.O.; Souza, C.R.N.; Gomes, K.R.O.; Araújo-Moreira, R.S.D.R. Pressão arterial e estado nutricional de adolescentes da rede pública e privada de Teresina-PI. Adolesc Saude. Vol. 15. Sup. 1. 2018. p. 53-61.
-Nobre, L.N.; Lamounier, J.A.; Franceschini, S.C. Padrões alimentares de crianças em idade pré-escolar e fatores associados. J Pediatr. Vol. 88. 2012. p. 129-136.
-Oliveira, T.F.D.D. Consumo de alimentos industrializados por crianças e adolescentes. Faculdade de Ciências da Educação e Saúde. Centro Universitário de Brasília - UniCeub. Brasília. 2016.
-OMS. Organización Mundial de La Salud. La Salud de los jóvenes: un reto y una esperanza. Genebra. OMS. 1995.
-Philippi, S.T. Pirâmide dos alimentos: fundamentos básicos da nutrição. 2ª edição. Manole. 2014. p. 11 -14.
-Philippi, S.T.; Aquino, R.C. Dietética: Princípios para o planejamento de uma alimentação saudável. Manole. 2015. p. 279-299.
-Pioltine, M.B.; Paternez, A.C.A.C.; Morimoto, J.M. Perfil dietético e risco cardiovascular em adolescentes de uma escola privada de São Paulo. Revista Ciência & Saúde. Vol. 6. Num. 3. 2013. p. 149-156.
-Rocha, N.P.; Milagres, L.C.; Filgueiras, M.S.; Suhett, L.G.; Silva, M.A.; Albuquerque, F.M.; Ribeiro, A.Q.; Vieira, S.A.; Novaes, J.F. Association of dietary patterns with excess weight and body adiposity in Brazilian children: The Pase-Brasil study. Revista Arquivos Brasileiros de Cardiologia. 2019. Vol. 113. Supl. 1. p. 52-59.
-Rodrigues, P.A.; Marques, M.H.; Chaves, M.G.A.M.; Souza, C.F.; Carvalho, M.F. Prevalência e fatores associados a sobrepeso e obesidade em escolares da rede pública. Ciênc. saúde coletiva. Rio de Janeiro. Vol. 16. Supl. 1. 2011.
-Santos, J.S.; Costa, M.C.O.; Sobrinho, C.L.N.; Silva, M.C.M.; Souza, K.E.P.; Melo. B.O. Perfil antropométrico e consumo alimentar de adolescentes de Teixeira de Freitas - Bahia. Rev. Nutr. Vol. 18. Num. 5. 2005. p. 623-632.
-Scherr, C.; Helal, L.; Ferrari, F.; Belém, L.J.; Fabiano, L.C.C.; Pinheiro, L.T; Stein, R. The olympic experimental gymnasium program and its association with the prevalence of cardiovascular risk factors in adolescents: A cross-sectional study. Revista Arquivos Brasileiros de Cardiologia. 2019. Vol. 112. Num. 6. p. 775-781.
-Silva, J.B.; Elias, B.C.; Mais, L.A.; Warkentin, S.; Konstantyner, T.; Oliveira, F.L.C. Fatores associados ao consumo inadequado de leite em adolescentes: pesquisa nacional de saúde do escolar - pense 2012. Rev. Paul. Pediatr. São Paulo. Vol. 38. 2020.
-Sociedade Brasileira de Pediatria. Departamento de Nutrologia. Manual de orientação para a alimentação do lactente, do pré-escolar, do escolar, do adolescente e na escola. 3ª edição. Rio de Janeiro. 2012.
-Souza, J.B.; Enes, C.C. Influência do consumo alimentar sobre o estado nutricional de adolescentes de Sorocaba-SP. J Health Sci Inst. São Paulo. Vol. 31. Num. 1. 2013. p. 65-70.
-Souza, R.E.G.D. Saúde e nutrição. São Paulo. Cengage Learning. 2016. p. 26.
-Toral, N.; Conti, M.A.; Slater, B. A alimentação saudável na ótica dos adolescentes: percepções e barreiras à sua implementação e características esperadas em materiais educativos. In Caderno de saúde pública. Rio de Janeiro. Vol. 25. Num. 11. Nov. 2009. p. 2386-2394.
-Vitalle, M.S.D.S.; Uzunian, L. G. Alimentação do adolescente. IN Nóbrega, F. J. O que você quer saber de nutrição: perguntas e respostas comentadas. 2ª edição. Manole. 2014. p.136.
-World Health Organization. Phisical Status: the use and interpretation of antropometry. WHO Technical Reporte Series. Geneva: WHO. Num. 854. 1995.
Derechos de autor 2022 Jéssica de Alcântara Júlio, Elisa Liz Belli Cassa Domingues

Esta obra está bajo licencia internacional Creative Commons Reconocimiento-NoComercial 4.0.
Los autores que publican en esta revista aceptan los siguientes términos:
Los autores conservan los derechos de autor y otorgan a la revista el derecho de primera publicación, con el trabajo licenciado simultáneamente bajo una licencia de atribución Creative Commons BY-NC que permite compartir el trabajo con reconocimiento de la autoría del trabajo y publicación inicial en esta revista.
Los autores están autorizados a asumir contratos adicionales por separado, para distribución no exclusiva de la versión del trabajo publicado en esta revista (por ejemplo, para publicar en un repositorio institucional o como capítulo de libro), con reconocimiento de autoría y publicación inicial en esta revista. .
Se permite y anima a los autores a publicar y distribuir su trabajo en línea (por ejemplo, en repositorios institucionales o en su página personal) en cualquier momento antes o durante el proceso editorial, ya que esto puede generar cambios productivos, así como aumentar el impacto y la citación de lo publicado. trabajo (ver El efecto del acceso abierto).